sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Roberto Kikawa ganha o Prêmio Empreendedor Social


DE SÃO PAULO

"Não fiz nenhum discurso. Mas quero lembrar do meu pai e também agradecer a Deus e a todos os parceiros por este projeto que nos trouxe tantas vitórias."

Assim o gastroenterologista Roberto Kikawa, 40, comemorou a vitória do Prêmio Empreendedor Social 2010, recebido na noite de hoje no Masp (Museu de Arte de São Paulo).
Diante de uma plateia de cerca de 400 convidados, entre empresários, executivos, acadêmicos e jornalistas, o médico paulistano dedicou o prêmio a sua equipe de médicos e paramedicos.

O gastroenterologista Roberto Kikawa, 40, venceu a 6ª edição do Prêmio Empreendedor Social 2010

Kikawa é mentor do Projeto Cies (Centro de Integração de Educação e Saúde), dedicado a levar atendimento médico-preventivo especializado, humanizado e de alta tecnologia a comunidades carentes por meio de um centro médico móvel avançado.

Com faixa e bonés personalizados, a torcida de Kikawa, composta de médicos, familiares e colaboradores do projeto, compareceu em peso.

Veja trechos da premiação

"É interessante que ele sinta que ainda não se tornou empreendedor. Acho que todos se guiam por este sentimento de fazer algo diferente", comenta Mirjam Schoening, diretora-executiva da a Fundação Schwab.

A "carreta da saúde", como é conhecido o caminhão com 100 m2 de área útil quando aberto e que atende até dez especialidades, beneficiou mais de 24 mil pessoas, atingiu 15 cidades de três Estados e atraiu o interesse de outras 50 no Brasil e no exterior (Angola, Colômbia, Itália, Níger, Panamá e Venezuela).

"Nós todos somos vencedores. Se cada um de nós fizermos algo e nos unirmos, poderemos fazer mais", ressaltou Kikawa, ao discursar bastante emocionado.

O médico é o sétimo empreendedor social brasileiro eleito pelo prêmio a entrar para a rede mundial de Empreendedores Sociais de Destaque da Fundação Schwab. A partir de agora, terá acesso a benefícios especiais, como a participação em eventos ligados ao Fórum Econômico Mundial, onde poderá prospectar novos parceiros e apoiadores.

Neste ano, pela primeira vez, o vencedor também terá direito uma auditoria financeira independente, a ser realizada em 2011 pela Ernst&Young Terco, patrocinadora do concurso.
Kikawa receberá ainda quatro sessões de "coaching" (treinamento de gestão estratégica) da consultoria sitawi, organização que oferece capital e aconselhamento para impacto social, além de uma adesão gratuita para se tornar membro do The Hub em 2011, com possibilidade de uso de espaço de trabalho, espaço de eventos e acesso a produções realizadas no local.

APOIADORES

O Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro é realizado pela Folha, com patrocínio da Caixa e da Ernst & Young Terco. Com apoio estratégico da sitawi, o concurso tem como apoiadores a Fundação Schwab, a Artemisia Modelo de Negócios Sociais, a Ashoka Empreendedores Sociais, o Ceats-FIA (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor da Fundação Instituto de Administração), a Folha.com, o Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), o Iats (Instituto de Administração para o Terceiro Setor), o Instituto Ethos de Responsabilidade Social, a P&B Comunicação, a Sator, o The Hub Brasil e o UOL.

Fonte: Folha de SP

domingo, 21 de novembro de 2010

Depoimento EIKE BATISTA sobre Empreendedorismo

empreendedorismO

Empreendedorismo

Entrevista com Gilberto Dimenstein na Feira do Empreendedor

Entrevista com Emerson Vieira

"MPEs têm mais facilidade em promover sustentabilidade"

Foto: Nelson Almeida / Agência LUZ

As práticas empresariais voltadas para o desenvolvimento sustentável cada vez mais fazem parte do novo ambiente de negócios. A avaliação é da consultora Rosa Alegria que encerrou, na noite de sexta-feira (19), o ciclo de palestras da Arena 1, no terceiro dia da Feira do Empreendedor.

Na palestra sobre "Sustentabilidade Ambiental direcionada às Micro e Pequenas Empresas, a consultora mostrou que o desenvolvimento sustentável não está somente ligado ao meio ambiente, mas também ao eixo social, com o envolvimento da comunidade.

Rosa Alegria destacou que as MPEs podem ser ambientalmente sustentáveis. "As micro e pequenas empresas têm maior poder de influência sobre os hábitos ecológicos dos consumidores, elas têm mais facilidade de integração com a comunidade", disse.

Na opinião da consultora "as MPEs podem ser 'verde', isso vai gerar lucro para o produto, seja qual for". A consultora encerrou a palestra com sugestões de como os empresários, donos de micro e pequenas empresas, podem promover ações ambientais no âmbito de suas empresas. Entre as ações apresentadas estão atos simples como o uso dos dois lados do papel no momento da impressão de documentos, a reciclagem, o aproveitamento da luz natural, entre outras.
Fonte: SEBRAE

Inovação e redes sociais em pauta na Feira do Empreendedor Multissetorial

Foto: Marcos Mendes
Palestra de Silvio Meira, um dos maiores nomes em tendências digitais no Brasil, abre atividades do último dia do Congresso do Empreendedorismo

Conectividade foi a palavra-chave da palestra ministrada por Silvio Meira neste sábado (20), último dia da Feira do Empreendedor e do Congresso de Empreendedorismo. O evento, que acontece na capital desde quarta-feira (17), é destinado a promover negócios e levar informação e conhecimento sobre os principais temas relacionados ao empreendedorismo. Mais de 250 pessoas assistiram à conferência, que foi seguida de bate-papo com o palestrante.

Segundo Silvio Meira, cada vez mais as pessoas trocarão os celulares convencionais por smartphones, que permitem conectividade geral e irrestrita. A partir dessa mudança de cenário, onde a comunicação passa a incluir múltiplas vias, as empresas também precisam mudar suas culturas internas, as formas com que se expõem na rede e com a qual se comunicam com seus clientes.

"Hoje, 98℅ das pessoas estão do lado de fora do que chamamos de empresa. Por causa das mudanças na comunicação, todos os negócios, de todos os tipos, vão mudar radicalmente nesta década ainda", justificou.

Empresas na web

De acordo com Meira, a internet e todos os seus recursos estão não apenas mais próximos das pessoas, mas passam a incluir a vida dos próprios usuários. Exemplo citado foi o Facebook, que hoje possui mais de 600 milhões de adeptos. "Esse universo de interesse na web existe porque nós mesmos estamos nela. Isso tem consequência radical para os negócios", alerta.

Dados apresentados pelo palestrante apontam que, nos Estados Unidos, 17℅ das micro e pequenas empresas acreditam que as redes sociais podem ser utilizadas para prospectar clientes. Comparativamente, 60℅ das grandes companhias utilizam as redes para prospecção, e 70℅ das 1 mil maiores empresas norte americanas investem em atender ao usuário nas redes sociais, quase em tempo real. Para Meira, é fundamental que as pequenas empresas comecem a ver a internet e as redes sociais com outros olhos.

"Precisamos criar negócios que dêem significado às vidas das pessoas. Se o negócio não está na rede, ele não existe. Se você está na rede, mas não tem estratégia para isso, não interage de volta com seu cliente, sua empresa está morta", alerto

Para Meira, segredo para se destacar na web e criar atrativos na rede é o comprometimento, o estar constantemente envolvido com o negócio. "Para inovar, é preciso envolvimento. Não se inova dentro de um escritório, nem com hora extra, se não houver paixão e envolvimento", completou.

Sardenberg analisa abertura de MPEs no cenário atual Multissetorial

As oportunidades dentro da economia brasileira foram analisadas pelo comentarista econômico Carlos Alberto Sardenberg para uma platéia formada por empresários e empreendedores que lotaram a Arena 1 na tarde dessa sexta-feira (19), na Feira do Empreendedor. "Para crescer mais, o Brasil precisa reduzir impostos, gastar menos e facilitar a vida de quem quer fazer negócios", afirmou o palestrante.

Após uma análise do cenário de crescimento do país, passando pela crise mundial de 2009, Sardenberg pontuou que apesar da situação de estabilidade e perspectiva de crescimento da ordem de 4,5% para o ano de 2011, o Brasil, de acordo com pesquisa do Banco Mundial, ocupa o 127º lugar como ambiente favorável para o empreendedor privado, ficando atrás de países como a Rússia (123º) e Vietnã (78º).

Sardenberg explicou que a avaliação sobre o ambiente favorável para a abertura de uma empresa, entre outros fatores, passa pelo volume de horas que uma empresa gasta para cumprir as obrigações fiscais. "Abrir empresa no Brasil é caro e difícil, o empresário começa a pagar taxa e imposto antes de começar a faturar, isso é um entrave à atividade empresarial", ressaltou.

Para uma platéia atenta, Sardenberg também analisou a conjuntura atual. "O Brasil suportou a crise, voltou ao voo de cruzeiro e tem condições de crescer 4,5% em 2011 com a inflação controlada", acrescentou.

Informações para a Imprensa
Andreoli M&SL à serviço do SebraeSP
Miriam Bizarro

Veja algumas dicas para abrir seu próprio negócio

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1375276-7823-VEJA+ALGUMAS+DICAS+PARA+ABRIR+SEU+PROPRIO+NEGOCIO,00.html

Saiba como se tornar empreendedor e abrir seu próprio negócio

Antes de iniciar o negócio, empresário precisa de autorização da prefeitura.É obrigatório quitar o Documento de Arrecadação Simplificado, o DAS.
Do Globo Comunidade

Se tornar um empreendedor, dono do seu próprio negócio, não é tão complicado. A Organização Não Governamental Endeavor presta assessoria e consultoria para o microempresário de países em desenvolvimento.

No site da ONG tem dicas, histórias e casos de sucesso de pessoas que resolveram abrir sua empresa. As informações estão em www.endeavor.org.br

Para criar uma empresa, o primeiro passo é procurar a prefeitura para saber se o tipo de estabelecimento que já existe pode ser mantido naquele mesmo endereço. Este procedimento é importante porque há um conjunto de normas de ordenamento dos bairros que estabelecem o que pode ser implantado em cada área.

Outro aliado do microempresário é o Sebrae. Para abrir seu negócio, você deve acessar o portal da instituição e incluir os dados cadastrais, como número de identidade e CPF. Automaticamente será criado o CNPJ da empresa. O Documento de Arrecadação Simplificado, o DAS, também será emitido.

Depois de quitar o DAS, é obrigatório o empresário voltar à prefeitura para apresentar o comprovante de pagamento e o número do CNPJ. Após a apresentação da documentação, já é possível retirar o alvará.

Fonte: Globo.com

sábado, 20 de novembro de 2010

Eike Batista quer fábrica da Apple no Brasil

Empresário negocia com duas companhias asiáticas a instalação de uma montadora de produtos da Apple no país
Por Agência Estado

No Twitter, Eike dá a entender que quer fabricar produtos Apple no Brasil

Eike Batista deixa em aberto possibilidade de aquisição de TVRio - O empresário Eike Batista, do Grupo EBX, confirmou ontem que negocia a instalação no Brasil de uma montadora de produtos da Apple. Eike disse que já iniciou conversas com dois grupos que fazem na Ásia a montagem de aparelhos da empresa de tecnologia americana. A ideia é que a montadora seja instalada no complexo do Porto do Açu, da LLX, empresa de logística da holding, em São João da Barra, no litoral norte do Rio.

Caso tenha sucesso a negociação inicial, haverá a necessidade de aprovação do projeto por parte da Apple, explicou o empresário. "Sim, sim, a gente quer trazer. Por que a gente (no Brasil) tem de pagar duas vezes e meia o preço de um iPad?", afirmou Eike, que na terça-feira já havia tocado no assunto ao responder dois seguidores no Twitter. "Nós merecemos. Estou me esforçando para isso, sim."

Os nomes das montadoras não foram informados, nem a estimativa de investimento necessário para a implantação do projeto. Ícone da inovação no mundo digital, a Apple possui escritório de representação no Brasil, mas não fabrica no País nenhum de seus produtos. "Estou abordando as empresas que fazem essa montagem na Ásia. Não é a Apple, a Apple tem de aprovar depois. Você fala com as empresas que montam esses aparelhos para a Apple. Então, a conversa é com dois grupos. Estamos procedendo nessas conversas."

A intenção de Eike é que a montadora de equipamentos tecnológicos seja a cereja do complexo industrial do chamado Superporto do Açu. Anunciado pela EBX como o maior investimento de infraestrutura portuária da América Latina - em torno de R$ 4,3 bilhões -, a previsão é de que o empreendimento entre em operação em 2012, contando com complexo industrial contíguo com área de 90 km². A expectativa da LLX é que sejam atraídos cerca de US$ 36 bilhões em investimentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. .


http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI188819-16355,00-EIKE+BATISTA+QUER+FABRICA+DA+APPLE+NO+BRASIL.html
Fonte:

Empreendedorismo segundo André Esteves

Empreendedorismo segundo André Esteves

Jorge Gerdau e Beto Sicupira debatem empreendedorismo em São Paulo

Jorge Gerdau e Beto Sicupira debatem empreendedorismo em São Paulo

domingo, 14 de novembro de 2010

Como usar as redes sociais a favor da empresa


Os negócios precisam implantar estratégias alinhadas com suas culturas e processos, estabelecendo uma relação de fidelização e engajamento de seus clientes
Por Sandra Turchi*

É fato que as mídias sociais vieram para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda de grandes empresas se adequassem para entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.


Agora, é a vez das pequenas e médias empresas também utilizarem essas ferramentas a seu favor. Segundo pesquisa realizada em 2009 nos Estados Unidos, 92% das empresas utilizavam mídias sociais ou estavam planejando iniciativas nesse sentido, e mais de 70% das empresas tinham menos de dois anos de experiência com essa atividade. Isso demonstra a grande preocupação das empresas com o que acontece nas redes sociais, mas não quer dizer ainda que estejam conseguindo implantar estratégias efetivamente alinhadas com suas culturas e processos, estabelecendo, assim, uma relação de fidelização e de engajamento de seus clientes.


Aproximadamente 65% das empresas pesquisadas utilizavam as mídias sociais no seu dia a dia para realizar pesquisas, buscar informações relevantes e fazer benchmarking. As dez atividades mais comuns são: manter sites de mídia social da companhia, com 70% dos casos; monitorar o que é dito sobre a empresa, com 60%; participar no Twitter, com 56%; monitorar ratings, com 54%; acompanhar o que é dito sobre os concorrentes, com 53%; participar de discussões em sites de terceiros, com 51%; divulgação e propaganda, com 50% dos casos; gerir uma comunidade on-line para os consumidores, com 50% das citações, e participar de sessões de perguntas e respostas em sites de terceiros, com 50%. As redes mais usadas pelas empresas são Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube. No Brasil, essa realidade é bem diferente, principalmente quando falamos de PMEs.


Segundo estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), apenas 17% das empresas têm suas empresas cadastradas em redes sociais, embora 51% monitorem o que é dito sobre elas na web. Esse monitoramento, em geral, é feito por equipes próprias, ainda com pouca ou nenhuma utilização de recursos mais profissionais.Isso reflete que há preocupação com o mundo das redes sociais, embora não haja ainda muitas ações relacionadas a isso, principalmente porque, como se sabe, as PMEs não dispõem nem de equipes focadas no assunto nem de investimentos exclusivos.


De qualquer forma, há muitas companhias que saíram na frente e têm utilizado esses mecanismos, principalmente para executar as seguintes atividades: relacionamento com seus clientes; levantamento de críticas e sugestões - o que funciona como uma “pesquisa” on-line e gratuita; e divulgação de promoções de produtos e divulgação gratuita de vagas para contratação de novos funcionários, principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois a vinda do candidato por esse meio já é uma forma de pré-seleção.


É importante ressaltar que o uso das mídias sociais pode favorecer a empresa em diversos aspectos, mas é extremamente importante que a empresa entenda como isso funciona, para iniciar suas atividades sem cometer falhas. * Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de SP - e do SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC



sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Veja o ranking dos sites de compras coletivas


A moda na Internet são os sites de compras coletivas que se multiplicam a cada dia. Para os consumidores tem sido ótimo já ques as promoções estão cada vez mais variadas e os descontos muito atrativos.
Isso faz com que cada vez mais anunciantes esteja dispostos a se juntar a essa nova mídia. A pergunta que fica é: Qual deles é mais relevante. Difícil responder de imediato uma vez que vários critérios podem ser analisados. Métricas para sites de compras coletívas? Quem sabe? Por enquanto, vamos ficar com o básico.

Uma boa indicação de relevância pode ser a classificação no Alexa.com um conhecido site de busca que produz uma boa análise comparativa. Para isso, vejamos então o ranking dos principais sites de compras coletivas no Brasil.



Em termos de análise web, é claro que faltam algumas informações, mas para efeitos de exposição ao público este ranking é bastante revelador, pois demonstra a capacidade de cada site se expor nas ferramentas de busca. Quanto maior a exposição de um site de comprs coletivas, maior a chance de sucesso das promoções anunciadas nele.

Aprenda a elaborar um currículo de analista de mídias sociais


De acordo com especialistas, candidatos devem dar destaque para conquistas em outros empregos e para cursos voltados para o mundo dos negócios

Para seguir carreira como analista de mídias sociais não basta apenas ser íntimo da rotina das principais redes de relacionamento da web. É preciso ter um perfil mais estratégico e voltado para o mundo dos negócios.

Por isso, de acordo com especialistas, profissionais que estejam batalhando por uma oportunidade nessa área devem valorizar, no currículo, experiências que comprovem esse conjunto de habilidades.

"A atuação nas mídias sociais não é para qualquer pessoa. O profissional precisa ter uma estratégia bem definida", afirma André Assef, diretor operacional da consultoria Desix.
Isso significa que esses profissionais precisam entender profundamente a lógica de atuação da companhia em que trabalham, saber qual o tipo de estratégia combina com este perfil e, por fim, definir exatamente qual a rede social mais coerente com os objetivos da companhia.
Por enquanto, poucas instituições de ensino oferecem programas de atualização ou especialização com foco na carreira de analista de mídias sociais.
Mesmo assim, é possível encantar o recrutador dando destaque para cursos voltados para o mundo dos negócios, com ênfase em empreendedorismo ou no setor de atuação da empresa.
De acordo com o diretor de operações da Desix, além de oferecer uma base teórica consistente de visão estratégica, programas desse tipo também privilegiam o estudo do comportamento humano – tópico essencial para um analista de mídias sociais.



Comportamento do candidato a vaga de analista de mídias sociais
"Esse profissional deve ter um traço de personalidade mais analítico e investigativo, além disso, deve saber ouvir e ser ponderado", enumera Assef. Por isso, o consultor também aconselha que o candidato faça um teste comportamental reconhecido e anexe os resultados ao currículo. "Isso já representa muita proatividade", diz.

No entanto, Guilherme Brandão, um dos sócios da consultoria 2Get, lembra que "o recrutador não irá confiar plenamente nesses resultados e, provavelmente, vai pedir um novo teste comportamental". Por isso, se os dados foram adulterados, você pode acabar minando suas chances de conseguir o emprego.

Fonte: Portal Exame

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Visão 360º para empreender Parte I 01 de Dezembro 2008

Veja detalhes aqui
Grande parte dos empresários e empreendedores leva em conta apenas dois ou três vetores estratégicos quando pensa seus projetos. Olham a parte financeira. Qualquer empreendimento exige recursos, isso é natural. Estudam as questões legais, acionam a área jurídica. Tocam os projetos de engenharia, fazem cálculos, compram ativos. Muitas vezes, a partir daí, entretanto, não conseguem dar foco a outros elementos que também afetam o negócio – e são fundamentais para o seu sucesso! No nosso grupo, criamos um processo de empreender, disseminado internamente, chamado Visão 360º (clique aqui para visualizar). De maneira simplificada, trata-se de um quadro esquematizado, com oito áreas ou oito tipos de engenharias, como preferimos chamar: engenharia de pessoas, financeira, jurídica, política, logística, ambiental e social, de marketing, além da própria engenharia da engenharia. Elas precisam ser tocadas ao mesmo tempo, sem descuido de nenhuma parte. Por motivos variados, o empreendedor brasileiro acaba tendo dificuldade em trabalhar todos estes vetores ao mesmo tempo. Não é fácil. Muitas vezes, até na ânsia de tirar o projeto do papel, na sensação do “quero empreender, quero empreender”, alguns aspectos importantes, ou algumas das engenharias, acabam ficando em segundo plano. De repente, uma engenharia fiscal inadequada não permite antever uma taxação não percebida, prejudicial ao planejamento do empreendimento. Quantas vezes uma loja num shopping center não prospera porque, talvez numa avaliação rápida, não se levantou com precisão quantas lojas do mesmo setor havia? Faltou engenharia de marketing? Mesmo que esteja abrindo um estabelecimento comercial de menor porte relativo, uma padaria, por exemplo, o empreendedor tem de saber que está numa comunidade, formada por diferentes grupos, que precisam ser conhecidos, compreendidos, como parte relacionada direta ou indiretamente com o empreendimento. A imagem da nossa Visão 360º permite identificar as várias engenharias que precisam ser executadas em cada empreendimento. Nas paredes do nosso grupo, temos alguns quadros reproduzindo esta esquematização. Acho mesmo que todo mundo deveria ter um material assim. Talvez um quadro na frente, um slide no computador, para ver e se perguntar, regularmente: “Eu já olhei isso?”, “Eu já prestei atenção neste ponto?”, “Vislumbrei todos os aspectos?”. E a importância dessa atenção redobrada é muito simples: as pessoas, às vezes, esquecem detalhes! Então, olha para o esquema de Empreender 360º e checa cada item!

Fonte: http://www.eikebatista.com.br/blog/visao_360.php?siteCod=23

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Sandra Turchi - Jornalismo bem-sucedido e os desafios profissionais

Ter um site bonitinho já não resolve mais


Ter um site bonitinho já não resolve mais
Sandra Turchi 14 comentários Artigos, Destaque, e-commerce, estratégia de marketing digital, Com o crescimento consistente da web, tanto em número de usuários como no tempo médio online da população brasileira, de 48 horas/mês, como na presença empolgante nas mais diversas redes sociais, tem ficado evidente para muitas empresas a necessidade de estar presente no universo digital, seja através da reformulação dos seus velhos sites, ou mesmo da iniciação de um projeto novo de vendas pela web.

(artigo para o Portal PEGN – Globo)


Temos assistido ao sucesso perpetrado por algumas empresas na internet, como a Tecnisa, que já virou sinônimo de boas práticas, que até já vendeu pelo Twitter e pelo Iphone, que está presente no Formspring e no Tablet, além de ter uma operação muito bem estruturada de atendimento, seja online ou offline, àqueles que fazem contato.

Por outro lado, ainda podemos observar empresas que consideram que seu site, reformulado há alguns anos, ainda está bem “bonito”, portanto, concluem não ser necessário atualizá-lo. Para essas eu gostaria de dar uma triste notícia, ter um site bonitinho já não resolve mais. Se ele foi feito ou refeito sem os pré-requisitos básicos para que seja “encontrável” (desculpem o neologismo) ou mesmo para que seja mais interativo com seus clientes ou interligado às redes sociais, eu lamento muito, mas hoje ele não é de grande valia aos seus negócios!

Ao concluir isso muitas empresas renomadas estão passando a dar maior atenção ao que tem ocorrido à sua volta, como o Fran’s Café, que reformulou seu site para aprimorar o atendimento aos seus clientes. Ou então a rede de móveis Etna, que lançou sua megastore virtual com mais de quatro mil produtos.

Além de bons exemplos no mundo do turismo como a Decolar.com, que oferece planos de milhagem e fornece descontos especiais em newsletters segmentadas. Ou o lançamento de 1400 títulos em português de livros digitais pela Saraiva.com para o iPad, com preços até 30% menores que as versões físicas, assim como sua concorrente, a Livraria Cultura, que também tem uma loja virtual com 150 mil títulos disponíveis para download. Ainda temos a Sony Music que reinventou seu modelo de negócios apostando na venda de músicas para celulares e internet.

Há também as redes sociais que proliferam com boas opções, como a +QueReceitas, site de relacionamento voltado aos profissionais e amantes da culinária, focado em aprendizado gastronômico. Ou então o Vaga-lume, de música e entretenimento, a rede Drimio, voltada para integrar pessoas às marcas, existente há um ano e que já tem quase 70 mil usuários. Ou a ByMK, voltada para o mundo da moda, que já conta com 80 mil internautas cadastrados e já foi utilizada por agências de publicidade e a rede voltada para quem é apaixonado por cinema, a MovieMobz, que tem mais de 25 mil usuários.

Apesar disso, muitas empresas ainda estão “patinando” com relação ao que fazer no mundo da web e nas mídias sociais, utilizando-a para divulgação pura e simples, perdendo a oportunidade de se relacionar e aprender mais sobre os seus consumidores.